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Abol
Você conhece a ABOL?

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Somos um dos maiores operadores logísticos para medicamentos e também a única empresa brasileira a oferecer soluções integradas para toda a cadeia de saúde.

 

Para continuar a oferecer soluções inteligentes para nossos clientes, sentíamos a necessidade de estar ainda mais conectados com as grandes empresas nacionais e estrangeiras do ramo.

 

Queríamos aprender, oferecer nossas experiências e contribuir para o fortalecimento do setor logístico. Assim, em 2016 passamos a integrar a ABOL (Associação Brasileira de Produtos Logísticos).

 

Trata-se da única representante do segmento no país, e sua importância é reconhecida pelas empresas de logística.

 

A ABOL tem como objetivo manter as empresas associadas munidas de informações sobre o setor e realizar projetos que tenham como meta as boas práticas, a excelência e a inovação tecnológica.

 

Nosso foco está no reconhecimento e na representação do setor, na busca pelo marco regulatório e no desenvolvimento de ações que visem a autorregulação. É importante destacar ainda a importância da sinergia e da troca de experiências entre as empresas associadas, o que permite o crescimento de todos.

– Carlos Cesar Meirelles Vieira Filho (Presidente da ABOL)

Identificamos mais vantagens de nos associar à ABOL devido aos benefícios que se estendem aos colaboradores. A associação oferece treinamentos e cursos.

 

Estar na ABOL vai ao encontro da nossa missão: contribuir para o desenvolvimento do sistema de saúde por meio da entrega de soluções logísticas para os nossos clientes e beneficiar a sociedade.

– Thiago Amaral, nosso vice-presidente comercial

A ABOL foi fundada em 2012 e, atualmente, reúne 28 empresas. Sua atuação é voltada ao crescimento do setor. Hoje, os associados representam cerca de 20% do grupo dos maiores operadores logísticos do país e empregam mais de 60 mil pessoas diretamente, operando em todos os setores da economia e prestando todo tipo de serviços logísticos em todos os estados da federação.


Quer saber ainda mais sobre as nossas soluções? Fale conosco!

 

Automedicação
Automedicação: veja os principais riscos para a saúde

Automedicação

 

Quando bate aquela dorzinha de cabeça logo tiramos da bolsa um remédio para aliviar o mal estar. Tudo isso é comum e parece simples, mas talvez você não perceba o risco que sua saúde pode sofrer com a automedicação.

O uso de medicamento sem prescrição médica pode causar diversas problemas, como intoxicação, reações alérgicas e até mesmo a morte. Além disso, se medicar diante de um sintoma que parece comum pode mascarar os até mesmo uma doença grave.

É importante também ter atenção com a combinação de medicamentos. Alguns remédios podem anular o efeito de outros e assim não realizando o tratamento adequado.

Outro ponto a ser avaliado é o cuidado que deve ser tomado quando os medicamentos que estão em uso são antibióticos. Tomar este remédio indiscriminado pode resultar na resistência a antibióticos, tornando o problema de saúde cada vez mais difícil de ser solucionado.

Vale ressaltar sobre a importância do armazenamento que quando inadequado, exposto a temperaturas elevadas ou a umidade, pode fazer com que o medicamento perca a sua eficiência ou até mesmo alterando as suas propriedades.

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Logística Reversa – Entenda os Benefícios

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Logística reversa é um conjunto de ações que beneficiam o desenvolvimento econômico e social, por meio de coleta de resíduos e o direcionamento para o reaproveitamento ou descarte em ambiente adequado.

Os benefícios são diversos para o meio ambiente, principalmente quando os resíduos coletados são de insumos para medicamentos. A logística reversa previne o descarte errado e evita, por exemplo, a contaminação do solo, a poluição da água, entre outros impactos ambientais.

A ação também viabiliza a economia nos processos produtivos, já que boa parte dos resíduos retorna à cadeia produtiva, diminuindo a necessidade de compra de mais matérias-primas.

As empresas que realizam a logística reversa utilizam tecnologia para realizar o processo de forma segura, seguindo as normas legais. Além de contar com profissionais capacitados para gerenciar todo o processo.

A implantação deste serviço e a conscientização da sociedade são práticas altamente importantes para reduzir impactos negativos, melhorando a qualidade de vida de todo a humanidade.

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Gravidez tardia: cuidar da saúde é fator decisivo para uma gravidez tranquila

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Ter filhos é o sonho de quase toda mulher, mas antes elas querem estabilidade financeira, sucesso profissional, viajar. Feito tudo isso, decidem que é a hora de ter um bebê, porém, em muitos casos, o relógio biológico diz que não é “bem assim”.

A partir dos 30 anos, a fertilidade feminina diminui em passos lentos. Por volta dos 35 anos, o processo acelera e aumentam os riscos de aborto espontâneo e de alterações de saúde. Aos 37, esses fatores ganham ainda mais importância. A partir dos 40 anos, de 40 a 50% das mulheres apresentarão dificuldades para engravidar naturalmente. Isso tem a ver com a qualidade e a quantidade dos óvulos. Toda mulher nasce com uma quantidade de óvulos, que diminui progressivamente.

O ideal é procurar um médico para a realização de exames, avaliações e detecção de doenças que podem comprometer a gravidez. Cuidados com a saúde ao longo da vida também contribuirá para uma gravidez com menos riscos, mesmo que o método de engravidar seja por reprodução assistida, os cuidados e recomendações são os mesmos: estar com peso adequado, ter uma boa alimentação, uma vida saudável.

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Centros de distribuição de remédios: como devem ser?

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A distribuição de remédios para ser realizada com êxito exige logística avançada e tecnologia de ponta. Os requisitos irão garantir que os medicamentos sejam entregues de forma correta e segura, mantendo assim a sua eficácia. Para isso, os centros de distribuição de medicamentos precisam oferecer: estrutura adequada para realizar o armazenamento, localização que privilegie a distribuição de forma rápida e frota equipada com sistema de refrigeração.

 

Estrutura

Os centros de distribuição precisam oferecer infraestrutura para o recebimento dos medicamentos, espaços de armazenagem climatizada e refrigerada, profissionais capacitados para operar os processos, seguindo criteriosamente as especificações sanitárias.

 

Localização

É importante que os centros de distribuição estejam em áreas estratégicas, assim diminuindo o tempo de deslocamento da carga.

 

Frota

Os veículos que realizam o transporte precisam ser dotados de baús isotérmicos e refrigeradores, garantindo a integridade do produto, seguindo as normas da Anvisa.

 

Confira nossas soluções logísticas para Armazenagem, Logística e Transporte.

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Por que o uso de antibióticos deve ser controlado

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Descoberto acidentalmente pelo inglês Alexander Fleming há quase 100 anos, o antibiótico revolucionou a medicina permitindo, pela primeira vez, o combate a infecções bacterianas até então mortais, como a pneumonia. O medicamento foi desenvolvido a partir de fungos que combatiam a proliferação desses micro-organismos. Os fungos em questão pertenciam ao gênero Penicillium – daí o nome Penicilina dado ao primeiro antibiótico da história.

 

Os antibióticos são então substâncias capazes de matar (bactericidas) ou inibir o crescimento de bactérias (bacteriostáticos). Os primeiros destroem diretamente as bactérias, enquanto que os últimos atuam na contenção da multiplicação das mesmas, o que facilita o combate por parte de nosso sistema imunológico.

 

Algumas doenças comuns causadas por bactérias, cujo uso dos antibióticos é eficaz, são a Meningite, a Pneumonia, a Tuberculose, a Sífilis, a Disenteria e a Leptospirose.

PERIGOS DO USO INDISCRIMINADO

 

Ao longo dos primeiros anos após descoberta revolucionária, achava-se que a bactéria era um inimigo definitivamente vencido. No entanto, o que se viu com o passar do tempo foi o surgimento de bactérias mais resistentes, resultado do uso indiscriminado dos antibióticos.

 

Mas como isso aconteceu? A seleção natural explica: esses medicamentos não exterminavam todos os micro-organismos, mas a maioria deles. No entanto, os poucos que sobreviviam obtinham um ambiente mais favorável à reprodução, e se proliferavam, ocupando o espaço deixado pelas bactérias mortas. Desta forma, quando as bactérias resistentes passaram à maioria, os primeiros antibióticos se tornaram inúteis.

 

Foi assim que a medicina descobriu o perigo do uso indiscriminado dos antibióticos: com o passar do tempo, perdem a eficácia. É por isso que o consumo desses remédios deve ser controlado por um médico especialista.

 

Além disso, a automedicação não é um perigo apenas para quem faz esta prática, mas para o próprio ser humano, já que assim estamos tornando as bactérias mais resistentes e criando superdoenças.

CONTROLE MÉDICO

 

A única maneira de se ter certeza do perfil de sensibilidade de uma bactéria é através do exame de cultura, que pode ser uma cultura de sangue (hemocultura), de urina (urocultura), de fezes (coprocultura), etc. Este teste é chamado de antibiograma, cujo resultado identifica o nome da bactéria e uma pequena lista de antibióticos aos quais é resistente e também sensível.

 

EFEITOS COLATERAIS

 

Ao mesmo tempo em que o antibiótico elimina as bactérias que causam as infecções, ele acaba também com as boas, como as encontradas no nosso intestino. Lá, elas atuam na digestão de carboidratos complexos e para outros serviços metabólicos, como a reabsorção de água e nutrientes pelo intestino.

 

Algumas classes de antibióticos também podem provocar má formação no feto durante a gravidez. Por isso, gestantes nunca devem tomar antibióticos sem o conhecimento do seu médico.

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Fraudes desviam 260 bilhões da saúde por ano

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A fraude ainda é um grande vilão da saúde em todo o mundo. Responsável por desvios anuais de cerca de 260 bilhões de dólares, a má conduta de profissionais e empresas do setor – também de pacientes – representa quase 7% dos gastos globais com saúde. Nem países que são referências em medidas anticorrupção, como Alemanha e Estados Unidos, escapam das irregularidades. No Brasil, a grande vítima é a saúde pública, cujas fraudes fizeram um rombo de mais de R$ 5 bilhões nos últimos 15 anos.

 

Os dados são do estudo “Evidências de práticas fraudulentas em sistemas de saúde internacional e no Brasil”, realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), com o objetivo de abordar a fraude nos sistemas de saúde de diferentes países, assim como relatar experiências de combate a essa prática nas esferas pública e privada.

 

Planos de Saúde

 

De acordo com o estudo, os maiores gastos com fraudes recaem sobre as operadoras de planos de saúde e de seus beneficiários. Uma atitude comum é a indicação de tratamentos e exames desnecessários. Isso acontece porque os prestadores são remunerados de acordo com os procedimentos realizados, o que implica um incentivo a oferecerem mais serviços e serviços caros.

 

No Brasil, um estudo de 2006 da Funenseg – Escola Nacional de Seguros reporta que, no mercado de seguro saúde, de 10% a 15% dos reembolsos pedidos pelos segurados são indevidos, enquanto que 12% a 18% das contas hospitalares apresentam itens indevidos e de 25% a 40% dos exames laboratoriais não são necessários.

 

Indústria Farmacêutica

 

Nos Estados Unidos, entre o período de 2009 a 2012, apenas a indústria farmacêutica foi responsável por U$ 10,1 bilhões de dólares em multas por fraudes. As fraudes mais comuns são: promoção off-label, propina, propaganda com intenção de enganar.

 

O serviço farmacêutico também é responsável pela maior parte das fraudes, de acordo com levantamento feito pela Controladoria Geral da União entre 2002 e 2015, que detectou irregularidades de desvio da saúde pública de aproximadamente R$ 5,04 bilhões. O valor equivale a 27,3% do total de irregularidades em todas as áreas do governo.

 

Combate

 

Estudos internacionais apontam três práticas mais utilizadas no combate à fraude na saúde:

  • Criação de leis anticorrupção, que implicam em multas e sentença penal para os envolvidos.
  • Transparência dos setores por meio da inserção de tecnologias, por exemplo: prontuário eletrônico e uso de softwares na área financeira de operadoras, hospitais e distribuidores.
  • Implementação de novos modelos de pagamento prospectivos, por exemplo, baseado no Diagnosis Related Group – DRG.

 

A íntegra do estudo está disponível no site do IESS, através do link: http://iess.org.br/?p=publicacoes&id=846&id_tipo=3 .

 

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Bronquite e Asma: doenças parecidas com tratamentos distintos

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A asma e a bronquite são duas doenças comuns que afetam as vias respiratórias e, por terem sintomas parecidos, são frequentemente confundidas. Afinal, ambas levam à falta de ar, provocam “chiado” no peito, deixam a respiração ofegante, difícil e “cansada”. No entanto, é importante entender que se trata de enfermidades bem distintas que requerem tratamentos próprios e, no caso da asma, para a vida toda.

 

ASMA

 

É uma doença crônica – em alguns casos, genética – que não pode ser prevenida, e dificilmente é curada. Suas crises são desencadeadas por agentes alergênicos (ácaros, penas, pelos de animais) ou irritantes (fumo). Como resposta a esses estímulos, há o afilamento das vias respiratórias, os chamados ataques de “broncoespasmos”. Com a inflamação, os bronquíolos ficam inchados e se contraem, dificultando a passagem de ar durante a respiração.

 

Fatores emocionais, como situações de profundo estresse, e climáticos também podem levar a crises.

 

Tratamento

 

A única forma de curar a asma é eliminar a alergia causadora das crises por meio de vacinas. Mas isso é raro, e, na grande maioria das vezes, cabe ao paciente criar hábitos para conviver com a síndrome evitando o acometimento dos broncoespasmos.

 

A primeira delas é evitar ambientes que favoreçam a reação alérgica (lugares fechados com poeiras e pelos de animais, por exemplo).

 

Esses pacientes também devem fazer uso de medicamentos receitados por especialistas que desinflamam os brônquios pulmonares e facilitam a passagem do ar. Alguns exemplos de remédios são o Ventilam e o Symbicort, que são uma espécie de “bombinha” que o indivíduo pode usar nos momentos de sufoco.

 

BRONQUITE

 

A bronquite é causada pela inflamação das vias respiratórias, ou brônquios, devido à presença de substâncias infecciosas. Esta inflamação causa os mesmos sintomas da Asma: diminuem a passagem de ar, dificultando a respiração. Pode ser AGUDA – causada por vírus ou bactérias – ou CRÔNICA – por exposição prolongada a substâncias nocivas, como o fumo.

 

As bronquites agudas são autolimitadas e melhoram espontaneamente após algumas semanas. Para acelerar a melhora dos sintomas, o médico poderá recomendar remédios específicos, como antibióticos – em caso de infecção bacteriana – ou xaropes para tosse.

 

No caso das bronquites crônicas, elas ocorrem após a destruição e posterior cicatrização da parede das vias áreas e do tecido pulmonar ao seu redor. Levam a uma redução permanente do calibre dos bronquíolos e podem evoluir para o enfisema pulmonar, que afeta também os alvéolos, caso a exposição à substância nociva não seja interrompida.

 

O primeiro passo para o tratamento é eliminar o contato com os fatores irritantes – como o cigarro, por exemplo. O uso de medicamentos como corticoides, que controlam processo inflamatório dos brônquios, e broncodilatadores amenizam os sintomas e evitam que a doença se agrave.

 

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Quando devo escolher um alimento Diet ou Light?

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Todo mundo que alguma vez entrou – ou, ao menos, tenha tentado entrar – em uma dieta regrada sabe o que é visitar a seção de alimentos saudáveis de um supermercado. Nela, você encontra diversos produtos com as inscrições Diet ou Light impressas nos rótulos, que, na teoria, indicariam tratar-se de alimentos mais leves que suas versões tradicionais.

 

Mas embora tenham redução do valor nutricional de alguns ingredientes, esses produtos nem sempre são de fato menos calóricos ou os mais indicados para a sua dieta.

 

Para começar, antes de ir às compras, é essencial conhecer a diferença entre as nomenclaturas Diet e Light. Vamos lá!

 

DIET

 

Os chamados produtos DIET são aqueles cujo algum nutriente tenha sido totalmente eliminado ou reduzido a 5%. Eles atendem a grupos que possuam restrições alimentares, como os diabéticos ou os celíacos (alérgicos a glúten), por exemplo. Por isso, além da impressão DIET, é necessário que a embalagem informe qual a substância retirada e a sua substituta, se for o caso.

 

Produtos DIET produzidos no Brasil podem apresentar no rótulo das embalagens as seguintes expressões: “sem”, “zero”, “não contém”, “não possuem”, etc.

 

LIGHT

 

Os produtos com a inscrição LIGHT (leve, em inglês) possuem redução mínima de 25% de algum nutriente. São voltados para quem busca alimentação balanceada, para perder gorduras ou simplesmente manter uma vida saudável. Eles podem ser mais leves em calorias, gorduras, açúcar ou em todas essas ao mesmo tempo.

 

CUIDADOS

 

Um alimento diet pode não ser menos calórico. Alguns produtos dessa categoria possuem compensações de gorduras para conservar sua consistência e sabor, como os chocolates, que aumentam muito sua densidade calórica quando comparados aos não-dietéticos.

 

O mesmo vale para os lights. Isso dependerá de qual nutriente teve sua quantidade diminuída. Pode ocorrer, por exemplo, a redução de nutrientes que não causam redução no número de calorias, como o sódio. Além disso, a diminuição de algum nutriente pode ocasionar a adição de outro para manter a consistência e sabor.

 

OLHO NA TABELA NUTRICIONAL

 

Os consumidores que desejam emagrecer devem estar atentos à tabela nutricional dos alimentos. Sua inscrição é obrigatória no rótulo desses produtos. Dessa forma, podemos verificar se a redução é realmente significativa e justifica a substituição de sua versão convencional pelo diet ou light.

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Práticas sustentáveis para a logística

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A logística vem evoluindo nos últimos anos no Brasil e, neste contexto, a adoção de medidas sustentáveis tem entrado na agenda de grandes operadores do setor. Com o objetivo de estimular a pulverização de práticas que contribuam para a sustentabilidade do meio ambiente e, simultaneamente, proporcionem mais eficácia à atividade, foi lançado recentemente o “Guia de Referência em Sustentabilidade: Boas Práticas para o Transporte de Carga”.

 

Produzida pelo Programa de Logística Verde Brasil (PLVB), uma iniciativa que reúne empresas e especialistas do Laboratório de Transportes de Cargas (LTC), da COPPE/UFRJ, a publicação reúne 22 iniciativas aplicadas no setor logístico. Entre elas, a implantação de centros de consolidação de carga em áreas urbanas e de equipamentos para redução de consumo de combustível fóssil, a redução da velocidade de deslocamento e treinamento de motoristas.

 

Coordenador do PLVB, o professor Márcio D’Agosto destaca que o Guia é uma ótima oportunidade para melhorar o desempenho ambiental do país. “Um exemplo é o treinamento de motoristas, que tem o potencial de reduzir os custos operacionais por meio da redução do consumo de energia e acarretar na redução de emissão de gases de efeito estufa, em particular o dióxido de carbono. Dependendo das condições de aplicação, é possível obter uma redução média de consumo de combustível de até 7%”, explica.

 

As práticas presentes no Guia propõe beneficiar as empresas em diversos pontos, como reduzir custos operacionais, de consumo de energia e de recursos naturais, acidentes e emissão de gases de efeito estufa.

 

Mais informações sobre o PLVB no site: http://www.ltc.coppe.ufrj.br/index.php/programa-de-logistica-verde-brasil-plvb-documentos

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