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RV Ímola é premiada pela operação Hypera Pharma
RV Ímola é premiada pela operação Hypera Pharma

premio

Com a participação dos principais Operadores Logísticos do país, o Programa Fox, da Hypera Pharma, maior farmacêutica do país, em termos de receita líquida, premiou os melhores transportadores que atuam nesse segmento.

 

A RV Ímola recebeu a categoria Bronze e se destacou dentre os principais operadores que atuam em parceria com a Hypera Pharma.

 

A premiação ocorre anualmente e avalia critérios como cumprimento do SLA (Service Level Agreement) e qualidade dos serviços. Os itens avaliados foram: processo de transporte, coleta de produtos, efetividade de distribuição, pontualidade na informação e logística reversa.

 

Nosso gerente comercial Antonio Marim recebeu o prêmio em nome da empresa.

 


Saiba mais sobre as nossas soluções: Gestão HospitalarGestão In HouseGestão em FarmáciaGestão Logística e Gestão Logística para Indústria Farmacêutica.

Para mais informações: Perguntas Frequentes ou Contato.

Automedicação: veja os principais riscos para a saúde
Automedicação: veja os principais riscos para a saúde

Automedicação

 

Quando bate aquela dorzinha de cabeça logo tiramos da bolsa um remédio para aliviar o mal estar. Tudo isso é comum e parece simples, mas talvez você não perceba o risco que sua saúde pode sofrer com a automedicação.

O uso de medicamento sem prescrição médica pode causar diversas problemas, como intoxicação, reações alérgicas e até mesmo a morte. Além disso, se medicar diante de um sintoma que parece comum pode mascarar os até mesmo uma doença grave.

É importante também ter atenção com a combinação de medicamentos. Alguns remédios podem anular o efeito de outros e assim não realizando o tratamento adequado.

Outro ponto a ser avaliado é o cuidado que deve ser tomado quando os medicamentos que estão em uso são antibióticos. Tomar este remédio indiscriminado pode resultar na resistência a antibióticos, tornando o problema de saúde cada vez mais difícil de ser solucionado.

Vale ressaltar sobre a importância do armazenamento que quando inadequado, exposto a temperaturas elevadas ou a umidade, pode fazer com que o medicamento perca a sua eficiência ou até mesmo alterando as suas propriedades.

Gravidez tardia: cuidar da saúde é fator decisivo para uma gravidez tranquila
Gravidez tardia: cuidar da saúde é fator decisivo para uma gravidez tranquila

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Ter filhos é o sonho de quase toda mulher, mas antes elas querem estabilidade financeira, sucesso profissional, viajar. Feito tudo isso, decidem que é a hora de ter um bebê, porém, em muitos casos, o relógio biológico diz que não é “bem assim”.

A partir dos 30 anos, a fertilidade feminina diminui em passos lentos. Por volta dos 35 anos, o processo acelera e aumentam os riscos de aborto espontâneo e de alterações de saúde. Aos 37, esses fatores ganham ainda mais importância. A partir dos 40 anos, de 40 a 50% das mulheres apresentarão dificuldades para engravidar naturalmente. Isso tem a ver com a qualidade e a quantidade dos óvulos. Toda mulher nasce com uma quantidade de óvulos, que diminui progressivamente.

O ideal é procurar um médico para a realização de exames, avaliações e detecção de doenças que podem comprometer a gravidez. Cuidados com a saúde ao longo da vida também contribuirá para uma gravidez com menos riscos, mesmo que o método de engravidar seja por reprodução assistida, os cuidados e recomendações são os mesmos: estar com peso adequado, ter uma boa alimentação, uma vida saudável.

Por que o uso de antibióticos deve ser controlado
Por que o uso de antibióticos deve ser controlado

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Descoberto acidentalmente pelo inglês Alexander Fleming há quase 100 anos, o antibiótico revolucionou a medicina permitindo, pela primeira vez, o combate a infecções bacterianas até então mortais, como a pneumonia. O medicamento foi desenvolvido a partir de fungos que combatiam a proliferação desses micro-organismos. Os fungos em questão pertenciam ao gênero Penicillium – daí o nome Penicilina dado ao primeiro antibiótico da história.

 

Os antibióticos são então substâncias capazes de matar (bactericidas) ou inibir o crescimento de bactérias (bacteriostáticos). Os primeiros destroem diretamente as bactérias, enquanto que os últimos atuam na contenção da multiplicação das mesmas, o que facilita o combate por parte de nosso sistema imunológico.

 

Algumas doenças comuns causadas por bactérias, cujo uso dos antibióticos é eficaz, são a Meningite, a Pneumonia, a Tuberculose, a Sífilis, a Disenteria e a Leptospirose.

PERIGOS DO USO INDISCRIMINADO

 

Ao longo dos primeiros anos após descoberta revolucionária, achava-se que a bactéria era um inimigo definitivamente vencido. No entanto, o que se viu com o passar do tempo foi o surgimento de bactérias mais resistentes, resultado do uso indiscriminado dos antibióticos.

 

Mas como isso aconteceu? A seleção natural explica: esses medicamentos não exterminavam todos os micro-organismos, mas a maioria deles. No entanto, os poucos que sobreviviam obtinham um ambiente mais favorável à reprodução, e se proliferavam, ocupando o espaço deixado pelas bactérias mortas. Desta forma, quando as bactérias resistentes passaram à maioria, os primeiros antibióticos se tornaram inúteis.

 

Foi assim que a medicina descobriu o perigo do uso indiscriminado dos antibióticos: com o passar do tempo, perdem a eficácia. É por isso que o consumo desses remédios deve ser controlado por um médico especialista.

 

Além disso, a automedicação não é um perigo apenas para quem faz esta prática, mas para o próprio ser humano, já que assim estamos tornando as bactérias mais resistentes e criando superdoenças.

CONTROLE MÉDICO

 

A única maneira de se ter certeza do perfil de sensibilidade de uma bactéria é através do exame de cultura, que pode ser uma cultura de sangue (hemocultura), de urina (urocultura), de fezes (coprocultura), etc. Este teste é chamado de antibiograma, cujo resultado identifica o nome da bactéria e uma pequena lista de antibióticos aos quais é resistente e também sensível.

 

EFEITOS COLATERAIS

 

Ao mesmo tempo em que o antibiótico elimina as bactérias que causam as infecções, ele acaba também com as boas, como as encontradas no nosso intestino. Lá, elas atuam na digestão de carboidratos complexos e para outros serviços metabólicos, como a reabsorção de água e nutrientes pelo intestino.

 

Algumas classes de antibióticos também podem provocar má formação no feto durante a gravidez. Por isso, gestantes nunca devem tomar antibióticos sem o conhecimento do seu médico.

Bronquite e Asma: doenças parecidas com tratamentos distintos
Bronquite e Asma: doenças parecidas com tratamentos distintos

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A asma e a bronquite são duas doenças comuns que afetam as vias respiratórias e, por terem sintomas parecidos, são frequentemente confundidas. Afinal, ambas levam à falta de ar, provocam “chiado” no peito, deixam a respiração ofegante, difícil e “cansada”. No entanto, é importante entender que se trata de enfermidades bem distintas que requerem tratamentos próprios e, no caso da asma, para a vida toda.

 

ASMA

 

É uma doença crônica – em alguns casos, genética – que não pode ser prevenida, e dificilmente é curada. Suas crises são desencadeadas por agentes alergênicos (ácaros, penas, pelos de animais) ou irritantes (fumo). Como resposta a esses estímulos, há o afilamento das vias respiratórias, os chamados ataques de “broncoespasmos”. Com a inflamação, os bronquíolos ficam inchados e se contraem, dificultando a passagem de ar durante a respiração.

 

Fatores emocionais, como situações de profundo estresse, e climáticos também podem levar a crises.

 

Tratamento

 

A única forma de curar a asma é eliminar a alergia causadora das crises por meio de vacinas. Mas isso é raro, e, na grande maioria das vezes, cabe ao paciente criar hábitos para conviver com a síndrome evitando o acometimento dos broncoespasmos.

 

A primeira delas é evitar ambientes que favoreçam a reação alérgica (lugares fechados com poeiras e pelos de animais, por exemplo).

 

Esses pacientes também devem fazer uso de medicamentos receitados por especialistas que desinflamam os brônquios pulmonares e facilitam a passagem do ar. Alguns exemplos de remédios são o Ventilam e o Symbicort, que são uma espécie de “bombinha” que o indivíduo pode usar nos momentos de sufoco.

 

BRONQUITE

 

A bronquite é causada pela inflamação das vias respiratórias, ou brônquios, devido à presença de substâncias infecciosas. Esta inflamação causa os mesmos sintomas da Asma: diminuem a passagem de ar, dificultando a respiração. Pode ser AGUDA – causada por vírus ou bactérias – ou CRÔNICA – por exposição prolongada a substâncias nocivas, como o fumo.

 

As bronquites agudas são autolimitadas e melhoram espontaneamente após algumas semanas. Para acelerar a melhora dos sintomas, o médico poderá recomendar remédios específicos, como antibióticos – em caso de infecção bacteriana – ou xaropes para tosse.

 

No caso das bronquites crônicas, elas ocorrem após a destruição e posterior cicatrização da parede das vias áreas e do tecido pulmonar ao seu redor. Levam a uma redução permanente do calibre dos bronquíolos e podem evoluir para o enfisema pulmonar, que afeta também os alvéolos, caso a exposição à substância nociva não seja interrompida.

 

O primeiro passo para o tratamento é eliminar o contato com os fatores irritantes – como o cigarro, por exemplo. O uso de medicamentos como corticoides, que controlam processo inflamatório dos brônquios, e broncodilatadores amenizam os sintomas e evitam que a doença se agrave.

 

Gripe ou Resfriado? Entenda as diferenças entre uma doença e outra
Gripe ou Resfriado? Entenda as diferenças entre uma doença e outra

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Um dia acordamos indispostos, notamos que o nosso nariz está congestionado e passamos a espirrar com alguma frequência. Esses sintomas, bastante comuns em diferentes épocas do ano – mas, especialmente, no inverno –, causam certa confusão, pois não sabemos ao certo que doença nos acomete: se é uma gripe ou um resfriado.

 

Num primeiro momento, as duas causam efeitos similares ao corpo. Mas as diferenças não demoram a aparecer.

 

A gripe, causada pelo vírus influenza, é muito mais forte, e, durante dois ou três dias, nos deixa incapacitados de exercer qualquer atividade devido às febres que chegam a 38ºC.

 

Já os resfriados, embora igualmente incômodos, não trazem maiores consequências. Normalmente não causam febre, nem dores pelo corpo. Seus agentes também são outros; aliás, muitos. Os resfriados podem vir de centenas de diferentes tipos de vírus; sendo os mais comuns os Rhinovírus.

 

Os tratamentos também são praticamente os mesmos. Mas, no caso da gripe, é preciso ter maior cuidado, pois esta pode causar graves complicações, como a pneumonia.

 

Frio favorece, mas não é a causa

 

Na transmissão da gripe ou resfriado, o problema não é o frio propriamente dito, mas as condições criadas para a disseminação do vírus nessa situação. Por exemplo, as aglomerações que se formam em ambientes fechados nessas situações e a proximidade entre as pessoas.

Além disso, o clima seco típico das baixas temperaturas resseca a mucosa que reveste as vias respiratórias, deixando-a vulnerável à entrada dos vírus.

 

Então, sabe dizer se está gripado ou resfriado? Confira abaixo as principais diferenças entre as duas:

 

Gripe Resfriado
Sintomas Tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e dor de garganta leve Idem
Febre Acima de 38º Na maioria das vezes, não há
Duração 2 a 5 dias 3 a 7 dias
Complicações Problemas pulmonares, como pneumonia, ou cardíacos Infecção aguda de ouvido (otite média) ou sinusite
Transmissão Por contato direto a pelo menos dois metros Idem
Contágio Até 2 dias após a febre Durante os 3 primeiros dias de sintomas

 

Dores no inverno. Quais as causas?
Dores no inverno. Quais as causas?

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Quando a temperatura cai o nosso corpo parece ficar mais sensível e as dores aparecem com maior frequência. A relação entre uma coisa e outra não é psicológica. Ela acontece por causa da reação muscular e das articulações para proteger o organismo do frio.

 

Com o resfriamento, para controlar a temperatura corporal, os músculos se contraem com maior intensidade, que se encolhem e se movimentam menos, aumentando a sua rigidez. No entanto, como consequência, eles se tornam mais vulneráveis a inflamações.

 

Além disso, o líquido sinovial, responsável por lubrificar as articulações, fica mais espesso, o que também favorece as dores.

 

Pessoas idosas, com doenças degenerativas como artrite e artrose, problemas na coluna, fraturas e recém-operadas são as que mais sofrem com essa variação climática.

 

Combatendo as dores

 

Por isso, a melhor maneira de combater as dores do inverno é manter-se aquecido. E não é apenas com agasalhos, mas com a prática de atividades físicas que aumentem o calor do corpo. Além disso, o movimento favorece as articulações e circulação sanguínea, prevenindo as dores.

 

Para aliviar as dores, uma boa alternativa é a compressa de 20 a 30 minutos. Nas dores crônicas e sem edema, use compressas quentes. Já nas dores agudas com edema, deve-se fazer uma compressa fria ou aliar a fria e quente.

 

Se o incômodo for frequente, é hora de procurar um médico. Ele pode indicar um anti-inflamatório, um relaxante muscular e, em alguns casos, um tratamento com RPG (reeducação postural global) e fisioterapia.

 

 

Higienizar os alimentos evita doenças
Higienizar os alimentos evita doenças

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O consumo de alimentos naturais (frutas, legumes, verduras e folhas) é fundamental para a nossa saúde, pois neles estão as substâncias que o corpo necessita para funcionar bem. No entanto, esses mesmos alimentos também escondem armadilhas que podem causar diversas doenças no corpo.

 

Frutas e vegetais possuem inúmeros micro-organismos que são acumulados ao longo das muitas etapas pelas quais passa, desde o seu cultivo até chegar à mesa de casa. Quando consumidas, essas bactérias podem resultam em diversos males ao corpo, como inflamações, intoxicação alimentar e diversos outros tipos de problemas relacionados à contaminação.

 

Existem mais de 250 doenças transmitidas por alimentos. A maioria delas é causada por bactérias e suas toxinas, vírus e parasitas e pode ocorrer em qualquer época do ano. Os principais sintomas são: falta de apetite, náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e febre, além da possibilidade de atingirem o fígado (hepatite A) e as terminações nervosas periféricas (botulismo). As principais vítimas das bactérias são crianças com menos de cinco anos, idosos com mais de 60 anos e mulheres grávidas.

 

A melhor forma de prevenir essas doenças é por meio da higienização. E esse cuidado não deve se limitar apenas aos alimentos, mas aplicado também no ambiente e na pessoa que os manuseia.

 

Confira algumas dicas para manter seus alimentos limpos e saudáveis. E bom apetite!

 

Água Sanitária

A solução clorada ou de hipoclorito de sódio é eficaz na eliminação de larvas e bactérias. Para fazer a mistura basta adicionar uma colher de sopa de água sanitária para um litro de água corrente. Deixe os alimentos de molho por 15 minutos de molho. Depois, lave em água corrente.

 

Vinagre

O vinagre também funciona para evitar a contaminação com bactérias. Adicione duas colheres do ingrediente em 1 litro de água e banhe os alimentos na mistura por 15 minutos. Por fim, lave bem os alimentos em água corrente.

 

Hidrosteril

Vendido em supermercados, farmácias e até feiras livres, é um preparado com hipoclorito de sódio e permanganato de potássio estabilizados que ajuda a higienizar os alimentos, eliminando larvas e bactérias. Recomenda-se colocar duas gotas do produto em meio litro de água e banhar os alimentos na solução por 15 minutos. Em seguida, é preciso lavar os alimentos em água corrente.

 

Mãos

As mãos são um dos principais focos de contaminação quando pouco higienizadas. Por isso, devemos sempre lavá-las muito bem antes de manusear os alimentos. Também é importante manter as unhas bem cortadas e limpas.

 

Acessórios

Enquanto se mexe com os alimentos, não se deve utilizar brincos, pulseiras, anéis ou relógios, pois são fontes de contaminação.

Doar sangue  é simples e salva vidas
Doar sangue é simples e salva vidas

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Salvo algumas exceções, doar sangue não causa nenhum efeito colateral. Cuidados são necessários antes e depois, como verificar se o organismo está saudável, alimentar-se bem, não fumar nem praticar atividades físicas nas horas seguintes, entre outros (ver mais informações abaixo).

 

Como funciona

Em cada doação, são retirados 450 ml de sangue de um dos braços. A bolsa com o tecido é então encaminhada ao fracionamento, onde o sangue será dividido em até quatro componentes (hemácias, plasmas, plaquetas e fatores de coagulação). Com isso, até quatro indivíduos podem ser beneficiados em cada doação. Em seguida, o sangue é armazenado em baixas temperaturas até que sua utilização seja necessária.

 

Escassez nos bancos de sangue

Atualmente, são coletadas no Brasil cerca de 3,6 milhões de bolsas/ano, o que corresponde ao índice de 1,8% da população doando sangue. Embora esteja acima do mínimo recomendado pela OMS, que é de 1%, ainda não é suficiente para atender as demandas e muitos bancos estão com falta de sangue devido à escassez de doadores.

No mês de junho, as ações de estímulo às doações são aumentadas devido à chegada do inverno, quando tradicionalmente os bancos costumam receber menos sangue.

 

Requisitos para doar

 

  • Levar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
  • Ter entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 69 anos, 11 meses e 29 dias;
  • Pesar mais de 50 Kg;
  • Não jejuar;
  • Fazer um repouso mínimo de 6 horas na noite anterior à doação;
  • Não consumir bebidas alcoólicas nem fumar 12 horas antes e depois da doação;
  • Respeitar o intervalo de 60 dias entre cada doação para homens, e 90 dias para mulheres;
  • Não ter diagnóstico de hepatite (após os 11 anos de idade), AIDS, sífilis e doença de chagas;
  • Mulheres grávidas ou que estejam amamentando não podem doar;
  • Não ter consumido drogas;
  • Não ter passado por procedimentos cirúrgicos nos últimos seis meses.
Entenda o papel do colesterol em nosso organismo
Entenda o papel do colesterol em nosso organismo

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Muitos o vêm como vilão. Mas o colesterol tem papel essencial para o corpo. Essa gordura é responsável por produzir, por exemplo, hormônios importantes como os sexuais, e outros que ajudam a combater ao estresse, doenças cardíacas, câncer, entre outros. Também produz vitamina D, sais biliares e cortisol.

 

Por ser uma gordura e não se dissolver no sangue, utiliza um composto chamado lipoproteína para ser transportada pela corrente sanguínea. A lipoproteína funciona como uma espécie de revestimento, tornando-o solúvel.

 

Existem dois tipos de lipoproteína: a de alta densidade (HDL), que transporta o colesterol das células para o fígado; e a de baixa densidade (LDL), que leva o colesterol para as células. Ambos desempenham papel importante. No entanto, o HDL, considerado o “colesterol bom”, retira o excesso da gordura dos tecidos e diminui a formação das placas. Já o LDL, chamado “ruim”, transporta o colesterol do fígado até às células dos tecidos e favorece o seu acúmulo nas paredes internas das artérias. Por isso, quando em excesso, diminui o fluxo do sangue, estando diretamente relacionado a doenças cardíacas.

 

Prevenção e tratamento

Aproximadamente 70% do colesterol é produzido pelo fígado, enquanto que o restante provem da alimentação. Embora questões genéticas possam ser determinantes para o seu controle, a combinação de uma dieta inadequada com o hábito sedentário, que leva ao acúmulo de gorduras, é altamente prejudicial.

Por isso, o controle deve começar de uma educação da própria pessoa, evitando alimentos que contenham gordura saturada, gordura trans e açúcar; e praticar exercícios. Outro agravante é o cigarro, que prejudica as paredes arteriais tornando-as mais suscetíveis ao acúmulo de colesterol LDL, além de também diminuir os níveis de LDL.

Alimentos ricos em Ômega 3 (peixes), ácido oleico (azeite), oleaginosos (nozes e castanhas), e antioxidantes ajudam a combater o colesterol ruim.

Pessoas saudáveis têm nível de colesterol inferior a 200 mg/dL. Quando se ultrapassa os 240 mg/DL, deve-se ligar o sinal de alerta. Nesse caso, o tratamento requer o uso de medicamentos, que deve ser indicado por um médico especialista.

 

Consequências

Níveis elevados de colesterol estão associados a doenças infarto, insuficiência cardíaca e pressão alta. Já o colesterol muito baixo também é prejudicial, incitando doenças como Alzheimer, derrames cerebrais, além de prejudicar a produção de hormônios e vitaminas.

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